Perversão, loucura, sexo e dominação
Miguel Gustavo de Paiva Torres
Uma das perversões preferidas de homens, mulheres e demais gêneros humanos, além do acúmulo de riqueza e objetos sensíveis ao tato, olfato e visão é o sexo; tudo junto e misturado numa orgia de poder, dominação e ilusão de imortalidade e, quem sabe, uma sobrevida de faraó, rei ou imperador, em outro momento, na viagem de volta, no mesmo lugar, outro lugar, qualquer lugar.
O importante é mandar e ser obedecido, na cama, no fogão, no cerimonial, no amor, na dor, na saúde e na doença.
Não há bombas, mísseis, drones ou qualquer outra arma de dominação mais forte e efetiva do que o dinheiro. Existem muitos tipos de dinheiro circulando nas múltiplas colmeias de humanoides rodando no universo.
A colmeia que conseguir fabricar e reproduzir o mel, digo o dinheiro mais valioso entre todas as moedas materiais, virtuais, ou papéis, ainda impressos e auditáveis, certamente será o paraíso dos fetiches, da imaginação, transformações e gozo, entre luas e estrelinhas jorrando em lençóis de seda adamascada, à meia luz, em Casablanca, Mar A Lago, Flórida, Rio de Janeiro, Baía de todos os Santos.
Sem clichês, por favor: manda quem pode e obedece quem tem juízo. O juiz não pode em momento algum esquecer que foi nomeado e aprovado e também é humano: precisa de uma bufunfa para sobreviver.
Existe o circo, o dono do circo, a mulher ou o homem ou o bicho da sorte do dono do circo; os grandes artistas cis e exagenêros — palavra recém nascida —, e a plateia. Global.
Muitos tentaram ao longo da história. Muito poucos conseguiram levar ao fogo essa poção mágica que leva ao poder in extremis. Trump conseguiu. Duas vezes.
Conseguiu se divertir como ninguém. No paraíso da pedofilia de Palm Beach, comandado pelo bilionário e tarado sexual, Jeffrey Epstein e sua companheira de farras homéricas, Ghislaine, abusaram anos a fio de meninas pobres, frágeis e vulneráveis que viviam no outro lado da ponte, em West Palm Beach.
Ninguém sabe ainda se Trump participava também do esquema da pirâmide de pedofilia construída por Epstein e Ghislaine ou apenas como bobo inocente nas festas infindáveis e seletas de poderosos políticos, magnatas das finanças e big techs; artistas, modelos; gente engraçada e festeira como o Príncipe Andrews, da realeza britânica, deslumbrado com as pobres meninas usadas como bonecas para diversões e prazeres mórbidos.
Ainda não conseguiram acessar áudios, gravações e uma fatídica “LISTA” de Epstein.
Psicopatas e sociopatas ao mesmo tempo, a turma das brincadeiras sexuais com crianças pobres a partir dos 14 anos, donos bilhões e trilhões, acreditava na impunidade.
Epstein tentou comprar a polícia e conseguiu comprar o procurador do condado e a justiça local de Palm Beach. Terminou traído e pagando o pato, foi preso e dizem que se suicidou, mas até os coqueiros sabem que foi assassinado misteriosamente, em sua cela.
Gravava e filmava tudo o que acontecia em sua casa em Palm Beach, na sua ilha particular na Ilhas Virgens e, principalmente no seu jatinho do sexo fácil e barato. Fez a famosa “Lista de Epstein”. Querem divulgar a lista. Trump louco de raiva acha que querem derrubá-lo do Poder e não deixa. Não deixa de jeito nenhum. Está movendo céus e terra.
Os mais afins às teorias conspiratórias e religiosas acreditam piamente que Donald viveu durante milênios no lado escuro da lua e, só agora, no seu segundo e último retorno ao planeta do arco íris, voltou como TRUMP para cumprir o seu destino: gozar e destruir, para sempre, terras, oceanos e montanhas, animais, vegetais, papéis e moedas virtuais e impressas. Nada mais é do que um mensageiro do além cumprindo uma missão do seu destino escrito no livro das estrelas.
Antes de sair de cena certamente deixará suas impressões digitais nas ruínas da calçada da fama da velha e decadente democracia da riqueza e do poder do mais forte: estranha forma de organização social das colmeias onde manda a Rainha e seus soldados e os demais trabalham, gritam salmos e louvores e esperam por um grão de milho cair da boca do corvo, sempre iluminado, em seu altar.
22 de julho de 2025. Um dia raro na história da humanidade, países, povos, nações, mendigos e brasileiros. Brasileiro é uma peça rara, fruto de uma experiência genética e sexual que começou com uma maçã caindo de uma árvore.
Foi nesse dia em que aconteceu uma sublevação na Assembleia de representantes dessa força política bizarra, como descreveu o ex-presidente da América, Obama, as falas do velho faraó de Mar a Lago.
Vassalos do submundo das trevas tropicais com os cérebros alterados pela continuada contaminação de cheias, vermes, ratos, tempestades e secas terríveis, o Delegado Caveira e o Sargento Fahour levantaram no Congresso Nacional do Brasil uma bandeira gigante em homenagem ao dono do Circo, TRUMP, representante do Deus Baco, no paraíso de Mar a Lago, Palm Beach, Flórida, em celebração ao seu poder absoluto e incontestável nos quatro trópicos da constituição universal do Poder Branco.
Riqueza e Sexo, para todos. MAGA [MAKE AMERICA GREAT AGAIN} elevado à enésima potência no Cruzeiro do Sul, Atlântico, Pacífico, Índico e Montanhas Rochosas.